Pau de Dar em Doido EP


A Trajetória: Do Underground ao Reconhecimento Nacional

Formada originalmente em fevereiro de 2000, a Pau de Dar em Doido rapidamente ganhou destaque pela energia de suas apresentações. Liderada pelo vocalista Ilsom Barros, a banda mescla influências que vão de Alceu Valença e Chico Science a Nirvana e Racionais MCs.

Após um hiato de 13 anos (pararam em 2002 e retornaram em 2015), o grupo reafirmou seu lugar na música contemporânea com o lançamento de novos trabalhos, mantendo a essência "rock que não é rock, regional sem ser regional".


💿 Discografia Principal

A discografia da banda reflete suas diferentes fases, desde as gravações independentes do início dos anos 2000 até o amadurecimento técnico dos discos recentes.

1. Pau de Dar em Doido (EP, 2017)

O retorno oficial às gravações. Este EP homônimo serviu para "tirar a poeira" e apresentar a nova formação ao público, trazendo a sonoridade áspera que é marca registrada do grupo.

  • Destaques: Versões atualizadas de temas clássicos da banda.

2. Emaranhado (Álbum, 2018)

Considerado por muitos o trabalho mais vigoroso da banda. Com 11 faixas, o disco é uma pancada sonora que une guitarras pesadas a letras "panfletárias" necessárias, abordando a realidade social brasileira.

  • Principais faixas: "Cordel", "Ladeira" e "Boi de Fogo".

3. Singles e Participações

A banda também possui diversos singles lançados em plataformas digitais e participações em coletâneas que registram a efervescência da música paraibana.

Nota Histórica: Não confunda com o primeiro álbum da banda O Surto (chamado Pau de Dar em Doido, de 1997), que é um trabalho de Nu Metal/Hardcore. A banda paraibana foca na fusão percussiva regional.


🔗 Onde Ouvir (Links)

Você pode encontrar a obra da Pau de Dar em Doido nos principais serviços de streaming e repositórios de música independente:


👥 Formação Atual

  • Ilsom Barros: Vocais

  • Laylson Ismar: Guitarra

  • Luciano Ribeiro: Alfaia e Tambores

  • Badauê: Baixo

  • César: Percussão

A Pau de Dar em Doido continua sendo uma prova viva de que a música do Nordeste é um organismo mutante e barulhento, incapaz de ser rotulado em uma única caixa.

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